Atividade F

Leituras Temáticas Recomendadas


Capítulo de grupo

Capítulo 3:
“Uma outra teoria queer: ler a teoria da complexidade como um imperativo moral e ético”
Brent Davis & Dennis J. Sumara


Este capitulo retrata um grupo denominado de: Queer Teacher´s Study Group onde se identificam com lésbicas, homossexuais ou transsexuais e onde o vestuário representa uma forma de se identificarem com ou contra as crenças que predominam sobre a diferença do homem e da mulher.
Neste capítulo é abordado também a relação entre as práticas pedagógicas do professor queer e a identidade-identificação do corpo do professor queer.
É também desenvolvida a “teoria da complexidade” para questionar as várias noções do senso comum de educação e identidade.
A teoria da complexidade é um campo de investigação que analisa fenómenos dinâmicos adaptáveis e que se auto-organizam. Organismos em desenvolvimento e processos de vida. A teoria da complexidade baseia-se, em sistemas complexos e em sistemas "apenas complicados", esta sustenta que os fenómenos vivos são encarados como colectividades, como unidades e como subsistemas.


Capítulos Individuais

Capitulo 1 - “O pé esquerdo de Dante atira a teoria queer para a engrenagem.”


Este capítulo fala de como nasceu a teoria queer, do que ela defende e também do que os seus autores defendem.

Relata também como nasceram os sujeitos queer, e de onde surge este termo.
Tanto este capítulo como o capítulo de grupo tem uma relação voltada para a escola, para a educação, ambos falam de relações homossexuais. 
A relação que podemos tirar destes dois capítulos passa também pela intenção de tentar integrar as pessoas, tentam os dois dar a perceber de várias formas a teoria queer.

Capítulo 2 - “Política de identidade, resposta institucional e negociação cultural: significados de um gabinete homossexual e lésbico num campus.”


Este capítulo deve-se à criação de um gabinete na universidade Liberal U , onde tinha como objectivo dar a entender à sociedade o que é a diferença para mais tarde a poder aceitar tendo como finalidade a convivência entre os alunos.
Assim, a universidade não só pretende dar os conhecimentos e competências académicas mas também como uma educação diversificada.
Este assunto originou dois grupos: os defensores e os opositores que afirmam que o financiamento público deveria ser utilizado para algo colectivo.
Então o gabinete é criado para prestar ajuda aqueles que convivem e encaram a diferença mas também como criar um ambiente seguro na universidade.

Capítulo 4 – “Transgressão e o corpo localizando: género, sexo e o professor homossexual.” 

Este capítulo relata a história de um professor homossexual de meia-idade, este é um activista na defesa dos direitos homossexuais e na igualdade, este professor luta pela liberdade sexual e o seu objectivo é mostrar como os homossexuais são representados no discurso publico. Neste capitulo esta expressa a vontade de uma liberdade sexual realmente verdadeira e posta em prática.
Sendo assim a relação de ambos os capítulos é que relatam a vida pessoal de professores homossexuais que lutam pela mudança da escola pública. Relacionam-se pelo facto de os homossexuais e lésbicas se vestirem de forma diferente.
A relação passa também pela intenção de forma revolucionária de tentar integrar as pessoas.

Capítulo 5 - “Do armário ao curral: neo-estereotipia em In & Out.”


Este capítulo ala sobre o filme In and Out do realizador homossexual Paul Rudnick, e com este filme ele pretende introduzir a homossexualidade como estilo de vida alternativo, ou seja tornar a homossexualidade “não tão má”. A intenção do realizador é então suavizar a queeridade para que esta seja aceite. Porém, a abordagem que ele faz da queeridade no seu filme é defeituosa porque o realizador utiliza defeitos de carater atribuídos á homossexualidade para intensificar as suas personagens queer. Neste filme existe um personagem chamado Howard que tenta ao longo do filme afirmar a sua masculinidade, no entanto não se apercebe que é a única pessoa do filme que é homossexual. Quando este personagem se assume como homossexual, numa das cenas finais, é despedido mas os seus alunos protegem-no querendo mostrar que naquele filme a sociedade acreditava na igualdade “ se o Howard é homossexual, eu também sou”.

Neste filme prova-se que a homossexualidade só é aceite se for engraçada, identificável e dessexualizada, ou seja, não se tenta problematizar a essência da homossexualidade autêntica, assume-se antes que todos os homossexuais são efeminados e artistas pela falta de virilidade. Este filme em vez de dar um paço para a frente, dá dois para trás.

Capítulo 7 - “Nutrindo imagens, paredes sussurrantes: intersecções de identidades e ampliação de poderes no local de trabalho académico.”


O autor do capítulo começa por falar sobre as interacções, dando o exemplo dos professores com os alunos (gabinete do professor). Fala da importância das imagens para esta interacção, pois através das imagens os alunos, neste caso, conseguem assim conhecer um pouco melhor a identidade do professor e também reter uma mensagem daquilo que as imagens representam.
Imagens, fotografias que transmitem conhecimento a quem as vê e que ajuda a lidar com a diferença, com a tolerância, é uma forma de educação.
Por fim o autor usa-as para tornar o seu espaço pessoal, num espaço social.
Como todos os capítulos fala sobre a homossexualidade e a sua afirmação, neste capitulo através das fotografias expostas representando assim em todos os capítulos a liberdade e a interacção do ser humano com os outros e com a diferença. A educação e a escola também se relacionam neste capitulo.

Sem comentários:

Enviar um comentário